domingo, 28 de agosto de 2011
domingo, 31 de julho de 2011
E se não der certo, não deve ser como se o mundo tivesse acabado.
Não é o último amor da sua vida,
não é a última pessoa com quem você vai se encontrar.
Você ainda tem um certo tempo pela frente para achar outras pessoas. Afinal, ainda existem 7 bilhões de pessoas te esperando.
A vida não veio com um cartão dizendo que seria fácil.
E é essa a graça, isso é o que chamam de viver.
Não pense que só porque deu errado alguma vez,
nunca mais dará certo com mais ninguém.
As pessoas são diferentes, elas mudam, crescem, evoluem, se adaptam.
Vocẽ só precisa de uma pessoa,
se todo o caminho até ela fosse fácil,
então era melhor que não estivessemos aqui.
Não adianta chorar agora ou correr atrás para concertar.
Quanto mais curativo a gente poẽ, mais feio fica.
Só não espere sentado, pelo amoor de Deus.
Ninguém vai tocar a camainha procurando por você.
E quando parecer que nada dá certo,
que vocẽ está caminhando contra o rítmo do mundo.
Apenas deixe a vida correr da sua maneira.
Cada um tem seu tempo, sua vontade, sue jeito.
Não se apresse, só, tente se levantar e começar tudo denovo.
"Acabaram-se as aulas : chegaram as férias ! Acabou o sonho : rompeu a manhã
sexta-feira, 29 de julho de 2011
sábado, 16 de julho de 2011
sábado, 9 de julho de 2011
Hogwarts sempre estará lá
... para te receber de braços abertos ( J.K.Rowling)
Despedidas são sempre difíceis. Não importa se elas representam o pulo para uma nova fase, que estamos em constante desenvolvimento. Fica mais difícil ainda se estamos nos despedindo de algo que nos uniu e nos fez mudar durante dez anos.
Eu começei a acompanhar a série com 1O anos, hoje eu tenho 17. O quanto isso representa, é só imaginável para quem vive o mesmo que eu. Sete anos atrás eu descobri , com Harry Potter, que é possível um mundo além do nosso, onde os nossos maiores sonhos existem. Aliás, assim como milhões de pessoas no mundo, foi a partir dai que eu descobri o melhor meio de locomoção de todos : os livros.
Todos os anos, eu estive a espera de um novo volume, de uma nova pista que me ajudasse com o enigma final da saga. E esse final chegou. E quando eu li a última página, do último livro da série, foi como se uma fase inteira tivesse sido tirada de mim. Crescer com Harry, afinal, é uma das coisas que mais tenho orgulho de ter vivido.
Foram sete anos esperando um exemplar do livro chegar na cidade, para que eu pudesse, novamente, acompanhar o dia a dia de amigos. Porque os personagens se tornaram mais que personagens, viraram amigos. Porque foi mais do que ler, foi como se , nós também, tivessesmos caminhado pelos corredores de Hogwarts, do Ministério da Magia, da Toca, como se tivessesmos corrido pela Floresta Proibida e lutado com Voldemort.
Pois então, uma geração inteira, em cinco dias, irá se despedir pela segunda vez da história que amadureceu com ela, que a ajudou a crescer , a gostar de ler que a uniu a outros fãs, que a fez chorar, rir e a ensinou aqueles valores morais (que as escolas tanto teimam em tentar passar e não conseguem). Não é um dos maiores exemplos mas, eu aprendi a não ter medo de escuro por causa do Harry, e aqui eu me refiro a escuridão em todos os sentidos. O medo do desconhecido, do escuro de quando a luz está apagada, de enfrentar novos desafios e pessoas. Afinal, nada melhor do que um exemplo vivo para provar que J.K.Rowling conseguiu mudar uma geração.
E no final, estamos de volta a Hogwarts, encerrando um ciclo e começando outro, como a vida, que se estende sempre além da morte. Os filmes terminaram, os livros também, mas a magia, que a saga trouxe ao mundo trouxa, vai seguir enfrente geração após geração, até que chegará a hora em que ficará na prateleira onde somente os melhores são mantidos.”Essa é uma série não só para uma década, mas para eras" - Stephen King.
Categories
harry potter
sexta-feira, 1 de julho de 2011
And getting ready to go to war
O1. Restrepo é um documentário feito por Tim Hetherington e Sebastian Junger que relata a verdade nua e crua do dia a dia psicológico de um batalhão, de 15 homens, do Exército Americano, no Vale do Korengal ( Afeganistão), considerado o lugar mais perigoso do mundo. Onde é montada a base OP Restrepo.
O2. Passando por cima daquela imagem fictícia de heroísmo dos soldados Americanos. Revelando-os como seres humanos, que tem tédio, dor, tristeza, saudade e que ( como todo mundo) nessas horas, deixa aflorar o fascínio pela violência.
O3. Câmeras foram colocados nos capacetes do soldados, além da presença dos diretores no dia a dia do pelotão. Uma técnica que nos faz sentir como parte do documentário, vivendo na pele os tiroteios e momentos de descontração dos 15 homens.
O4. As lindas imagens do Vale do Korengal, ficando difícil acreditar que ali ocorrem por volta de 5 a 6 tiroteios por dia.
O5. Outro fato que conta pontos para os diretores, é a trilha sonora. Nada de músicas cantadas o tempo todo, deixando aquela imagem de musical. As músicas são aquelas tocadas pelos soldados nos momentos de tédio. E conseguem passar muito bem o que eles estão sentindo.
O6. O modo como os EUA engana até aqueles que estão protegendo o país lá fora. Nem os soldados sabem para onde estão sendo mandados. Percebe-se pelos rostos jovens deles, que não possuem a plena certeza do porque estão ali.
O7. A análise psicológica do batalhão. Que fica a nosso critério, a partir das entrevistas e das cenas de lazer que eles vivem.
O8. Sem interpretações, todo mundo ali está sendo simplesmente real. Eles tem a função de proteger os civis do Vale, mas deixam claro que não estão, realmente, se importando com isso. E o que os EUA consegue fazer com a cabeça do povo, colocando a ideia de que os Afegãos são maus.
E o nono motivo pelo qual você precisa assistir Restrepo:
O9. Porque é diferente dos outros ? Porque nos faz pensar sobre esse interminável ciclo de morte. Que levou daqui os pais, avós e bisavôs , desses 15 homens, na Primeira Guerra, na Segunda, na Coreia, Vietnã, Afeganistão ou Iraque. Um erro que esse país vem cometendo há muito tempo, e que mesmo tendo todos percebido que é tudo uma farsa, continua e vira um ciclo.
( Let's say goodbye. Hey, tune in next time where we're going to be still drunk. Saying good night to the bad guy . The same time, the same dope rhyme. Because we're going to be still loving life and getting ready to go to war )
Fala de Restrepo, o soldado morto no início do filme, aos vinte anos de idade.
Categories
restrepo
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Não vamos nos enganar denovo
O1. Após o ataque do 11/O9 alguns assuntos ficaram pendentes, como a relação entre a família Bush e a Família de Osama Bin Laden. Muitas foram as especulações sobre o envolvimento do então presidente com os antentados. Mas, pela primeira vez, alguém decide mostrar os fatos e confrontas as meia-verdades ditas pelo governo americano.
O2. E é por isso que Michael Moore é um ótimo diretor, porque corre atrás de informações por trás das que conheçemos.
O3. Fahrenhait 9/11 consegue aquilo que todo documentário tenta , mas nunca chega perto : colocar o telespectador por dentro de um assunto, sobre o qual ele nunca ouviu falar nada, e fazer com que sua atenção fique presa na tela.
O4. Trata com humor alguns assutos que costumam nos deixar indgnados. Como na tentativa de fazer com que os congressistas alistem seus filhos no exército.
O5. A corrupção é universal. E o filme nos mostra que devido a isso, para muitos Estado UNidenses, o " Sonho Americano" está muito longe de aconteçer.
O6. Não espere imparcialidade. Apesar de que Moore deixa por sua conta descobrir de que lado você está.
O7. O filme foi premiado no Festival de Cannes de 2004, obtendo a Palma de Ouro, o prêmio de maior relevância entregue por aquele festival
E o último motivo para ir até uma locadora e assistir Fahrenheit 09/11 :
O8. Uma das melhores maneiras de se entender sobre um assunto , para quem não tem paciência, é assistir a documentários, bons documentários.
Categories
fahrenheit,
michael moore
Assinar:
Postagens (Atom)







Brussels Time